segunda-feira, 17 de outubro de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
My Way
- Meu jeito
- Composição: Claude François / Jacques Revaux / Paul Anka
- Bar du Soleil, 1961 - Henry Clarke
- And now the end is near
- E agora o fim está próximo
- And so I face the final curtain
- Então eu encaro o desafio final
- My friend, I'll say it clear
- Meu amigo, eu vou falar claro
- I'll state my case of which I'm certain
- Eu irei expor meu caso, do qual tenho certeza
- I've lived a life that's full
- Eu vivi uma vida que foi cheia
- I traveled each and every highway
- Eu viajei por cada e todas as rodovias
- And more, much more than this
- E mais, muito mais que isso
- I did it my way
- Eu fiz do meu jeito
- Regrets, I've had a few
- Arrependimetos, eu tive alguns
- But then again, too few to mention
- Mas então, de novo, tão poucos para mencionar
- I did what I had to do
- Eu fiz, o que eu tinha que fazer
- And saw it through without exemption
- E eu vi tudo, sem exceção
- I've planned each charted course
- Eu planejei cada caminho do mapa
- Each careful step along the byway
- Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho
- And more, much more than this
- Oh, mais, muito mais que isso
- I did it my way
- Eu fiz do meu jeito
- Yes there were times, I'm sure you knew
- Sim, teve horas, que eu tinha certeza
- When I bit off more than I could chew
- Quando eu mordi mais que eu podia mastigar
- But through it all when there was doubt
- Mas, entretanto, quando havia dúvidas
- I ate it up and spit it out
- Eu engolia e cuspia fora
- I faced it all and I stood tall
- Eu encarei tudo e continuei de pé
- And did it my way
- E fiz do meu jeito
- I've loved, I've laughed and cried
- Eu amei, eu ri e chorei
- I've had my fill, my share of losing
- Tive minhas falhas, minha parte de derrotas
- And now as tears subside
- E agora como as lágrimas descem
- I find it all so amusing
- Eu acho tudo tão divertido
- To think I did all that
- Em pensar que eu fiz tudo
- And may I say, not in a shy way
- E talvez eu diga, não de uma maneira tímida
- Oh no, oh no, not me
- Oh não, não, não eu
- I did it my way
- Eu fiz do meu jeito
- For what is a man, what has he got?
- E pra que serve um homem, o que ele tem ?
- If not himself, than he has naught
- Se não ele mesmo, então ele não tem nada
- To say the things he truly feels
- Para dizer as coisas que ele sente de verdade
- And not the words of one who kneels
- E não as palavras de alguém que se ajoelha
- The record shows, I took the blows
- Os registros mostram, eu recebi as pancadas
- And did it my way
- E fiz do meu jeito.
sábado, 7 de maio de 2011
Tu es ma came...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Candymexicanboy.
domingo, 26 de dezembro de 2010
" Só você é Real ! "

Eu sou uma chama incandescente, descontrolada, totalmente guiada por meus desejos e instintos.
Sou escrava deles. E sou porque assim quero ser. E sou porque minha maior satisfação é deixar-me ser guiada por eles.
Assim sou porque me sinto completa e afortunada quando a lascívia da minha’ alma é concretizada através de meus atos.
wasn’t born to lose you. I want you, so bad. ♥
Taí. Eu não quero saber. Eu não quero saber o que é possível e o que não. Eu não quero saber o que é sensato. Muito menos o que é certo ou errado.
Tudo aconteceu tão fora de ordem e lugar…mas, não é assim que é a vida, afinal? Indomável. Imprevisível. Impossível de se controlar ou prever. E é justamente neste ponto, neste vórtice inexorável que habita sua beleza selvagem… a vida é uma vadia infrene.
E eis que algo aconteceu. Nossos olhares se cruzaram. Inapropriado. Proibido. Não agora. Não agora em tempos de recomeços e reconstruções.
Nos tocamos. Toque leve e quente como o veludo, doce e lento como o mel. Eletrizante, inflamável. Não agora. Oh, Deus..não agora.Quero deixar tudo fluir, tomar o rumo certo. Tudo deve permanecer como sempre esteve. Mas qual o rumo correto, afinal? Tudo o que é sólido se desmancha no ar.
Se fossem olhares apenas, mas nossas almas se encontraram. Numa daquelas colisões transcedentais, mágicas, estupidamente fantásticas, aflitas, urgentes. Uma verdadeira catástrofe.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Charles Baudelaire

terça-feira, 14 de dezembro de 2010
A Year Like This One.
After a year like this one
I'm surprised I did not hate your gutsAnd after a year like this oneI'm surprised I still love music just as muchAfter a year like this oneI'm suprised I did not eat my armAfter a year like this oneI'm sorry if I'm not cordial to everyoneAfter a year like this oneI'm surprised I am convinced at allAnd after a year like this oneI do not roll my eyes at the cynicalAfter a year like this oneI can't help but wonder how they've beenAnd after a year like this oneI think I'll leave it all to my next of kinAfter a year like this oneI'm suprised we're all not weeping drunksAnd after a year like this oneI want you to choose the restaurantAnd after a year like this oneI'll need a good whole sixteen months aloneAfter a year like this oneI think I'll make the west coast beaches my new home.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010

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- A vida é qualquer coisa que você imaginar que a vida seja -É um anel de diamante, um casamento imaginário no méxico, é uma visita no apartamento dos seus melhores amigos gays, é ler tarô completamente bebada, é ter um romance por telefone, msn e twitter, é chegar em casa dopada de dramin, e dormir. zzzZ...
terça-feira, 9 de novembro de 2010
- A vida é qualquer coisa que você imaginar que a vida seja - é madrugada de terça-feira pós segunda de folga,é um dente de leão voando em dupla,é o seu melhor amigo preparando o jantar,é se embriagar com seis latinhas de cerveja,é se sentir estranha por não ter o corpo fechado com tatuagens,é acender velas aromáticas,se aconchegar em almofadas de seda cor de rosa,e ler um romance "água com açucar" até pegar no sono...
sexta-feira, 5 de novembro de 2010

- A vida é qualquer coisa que você imaginar que a vida seja - uma fotografia, um beijo, você imaginando alguém imaginando alguma coisa, um caderno com desenhos, cartas de tarô, um monte de coisas que queria te mostrar, um avião em cima de uma árvore, uma música, um parafuso perdido no meio da rua, cinco mil baratas paranóicas, um suco de beterraba com laranja, uma sexta-feira de céu azul claro e você chegando em casa...
domingo, 7 de junho de 2009
O Rosé da Maison Veuve Clicquot ...
- Porque você não namora? é essa frase que vem me atormentando nesse mes de terror aos solteiros. Eu ja respondi porque não quero namorar em um post antigo... as pessoas continuam indignadas...Poxa.Eu não namoro porque eu amo ouvir essa pergunta,e alias nós estamos loucos para namorar mas a esposa dele não aprova a idéia... Sem contar que prefiro o glamour de ser solteira e fim de papo.Eu sei que um relacionamento pode ser bem glamuroso também,mas o glamour de um namoro dura algumas semanas apenas e...
- Não há amor que resista ao fim do glamour. Quanto falo esta palavra, não estou pensando na revista Wallpaper e nem na vogue ,nem na "São Paulo Fashion Freak". Cada um tem sua própria noção de glamour.
- Para mim, levar uma vida glamourosa significa apenas ouvir o disco do chico buarque tomando café, dançar dentro de casa, folhear juntos revistas antigas e falar sobre o livro que está lendo. Tem coisa mais glamourosa do que sentar com o boff em um café e trocar teorias malucas sobre o mundo, os dois maravilhosamente bem vestidos (com tênis velho e muito estilo)? Eu acredito que não.
- Se essas coisas começam a acabar...fico pensando em separar. A vida é muito chata sem glamour. E namoro e casamento fazem parte da vida, como se sabe.
- É muito mais fácil ter glamour quando a gente está sozinha(Eu curto ser solteira pô). Solteiros, vamos a festas com um grupo de amigos loucos e nos perdemos de táxi[fazendo a Angelica ], criamos elegantes mesas da tristeza (com pessoas inteligentes e melancólicas, tomando café com conhaque e fumando marlboro) e frequentemente dizemos a frase: "A minha vida daria um ótimo seriado de TV." Quando eu digo isso, mesmo se tudo estiver por um fim, pode ter certeza de que estou feliz. Feliz por quê? Ora, por que estou levando a minha vida com glamour...
- Se você casa ou namora e pára de se empolgar com coisas como encontrar amigos na rua e não fica mais triste junto com o boff ouvindo musica melacueca, o amor acaba. Os seres humanos possuem uma carga genética que os faz pensar que, passado um tempo, aquela pessoa é dela e pronto. Acontece que ninguém é de ninguém (oba!). Esse gene faz com que a gente ligue o foda-se quando se apaixona. "Eu estou amando, então, foda-se." E, aos poucos, você vai abandonando as mesas da tristeza, os almoços de domingo e começa a ouvir do seu boff um "hum hum" quando você conta que comprou um antigo disco de seila quem chiquérrimo e pergunta se ele quer escutar. Tem coisa mais triste que ouvir música sozinha enquanto a outra pessoa vê televisão? Tem coisa mais triste do que viver com alguém que não vai ver [The Big Ben Theory http://www.youtube.com/watch?v=iLQ9PPS3s34] com você? Eu acredito que não. Prefiro ficar sozinha embaixo do cobertor tomando capuccino e falando glamourosamente com meu melhor amigo no telefone do que ter que conviver com a absoluta falta glamour.
- É assim mesmo. O amor acaba quando acaba o glamour. E aí a gente precisa chorar com uma ótima trilha sonora e gritar que vai cortar os pulsos em X! Se separar. E recuperar o glamour que traz a alegria de viver, é claro.
Sugestão do dia, para ter um glamouroso dia 12 de junho com seu "amor"...
- Para o Dia dos Namorados, a Veuve Clicquot está vestindo o seu champagne rosé com o elegante e cheio de glamour Ice Dress. Elaborado com um material de alta tecnologia, o Ice Dress alcança o gargalo da garrafa e é finalizado com uma fita amarela pespontada. Outro detalhe que vai chamar a atenção dos românticos é a dupla etiqueta em couro: amarela para ele, rosa para ela. Este presente pode ser personalizado com um cartão “Love Forever”. Basta assinar e inserir em uma das etiquetas.
- Para os românticos inspirados, Veuve Clicquot também incluiu um cartão em branco para que essa “mensagem na garrafa” seja enviada pelo do correio, deixada na porta de casa ou entregue na mesa de um casal apaixonado, é uma interpretação moderna de uma carta de amor.
- O Ice Dress é o presente perfeito para aqueles que gostam de celebrar com champagne ao ar livre e querem ficar seguros de que a garrafa vai estar na temperatura correta por até duas horas. A Veuve Clicquot foi inovadora ao comercializar pela primeira vez um Champagne Rosé em 1775 e volta a fazer história com o re-lançamento deste estilo.
- O Rosé da Maison Veuve Clicquot é um vinho delicioso e frutado, sua magnífica cor adiciona um toque ousado a esse champagne que deve ser apreciado com uma jóia.
- Preço Sugerido: R$280,00 Será vendido nas melhores lojas de vinho do Brasil . [imagem no começo do post]
- Espero que eu tenha um namorado glamouroso que me de uma garafinha de Rosé da Maison Veuve clicquot...[Aiiii sim,vale a pena namorar com o camarada, "caso contrario continuo encalhada!"]
- (que não seja imortal posto que é chama... mais que seja glamouroso enquanto dure) by Perla taboada².
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Loucura ,loucura ,LOUCURA...
- “A loucura é um simples desarranjo, uma simples contradição no interior da razão, que continua presente”.
- Estava um pouco reclusa esses tempos então resolvi alugar filmes e analiza-los enquanto assistia...estar sozinha me deixa louca! precisava me ocupar ...
- Não sou psicóloga. Mesmo que as vezes acredite que seja. Deve ser loucura minha isso. Também não sou estudiosa do tema. Apenas curiosa. Mas, o fato é que a loucura, em todas as suas formas, espanta-me na mesma proporção que me encanta.
- Pensei nisso dias atrás, após uma visita ao Hospital Tereza Perlatte [que fiz na minha folga dessa semana ]. O Tereza Perlatte é o "Sanatório" de Jau. Já ao lado do portão de entrada, uma senhora, sentada no chão, toda nua, deu-me uma espécie de boas vindas. No interior, um grito aqui, um cumprimento diferente ali mas, de resto, tudo “normal”, como numa qualquer instituição médica. Com alguns conversei no pátio, contam histórias interessantes que cheguei a acreditar. Segundo os profissionais do local, alguns mais “louquinhos” ficam nos quartos, “fazendo coisas que até Deus duvida”.
- Sei lá eu se Deus frequenta o Tereza Perlatte. Mas, o fato é que a loucura no cinema sempre funcionou bem. E como o cinema tem a incrível capacidade de, por exemplo, fazer que torçamos para que um determinado vilão mate uma porrada de gente, também nos pegamos torcendo para que algum maluco cometa um monte de atrocidades na fita. Quem aqui não se mexeu na cadeira e se deliciou com as insanidades do Coringa de Heath Ledger?
- Na verdade, os heróis são, na maioria, muito chatos. Tão certinhos que chegama irritar-nos. E talvez o fato de sabermos que no final o fortão vai mesmo salvar a mocinha dos braços do psicopata nos acalente. Mas, claro, nem sempre é assim. Excetuando o primeiro Silêncio dos Inocentes, onde já começa preso, o doutor Hannibal sempre dá um jeito de escapar, e ainda jantar o vilão do filme, quase sempre, pasme, um policial a fim de por fim em suas doiduras. E nos deliciamos com ele.
- O personagem Patrick Bateman tinha mesmo que enlouqucer, conforme aconteceu em O Psicopata Americano[filme incrivel]. Era um empresário dos anos 80, da tal geração yuppie, e adorava músicas do Phil Collins. Ai, até eu. Mas, não é dele que quero tratar. E nem de Leatherface, aquele idiota de O Massacre da Serra Elétrica[detestei]. Melhor falar de dois dos mais interessantes malucões que a sétima arte nos deu. O primeiro é Norman Bates, um personagem que só poderia ter saído de um filme de Alfred Hitcock. Norman foi, provavelmente, o grande psicopata do cinema, e até hoje inspira muitos outros (até o Beiçola, de A Grande Família tem muito dele, principalmente no ato de vestir-se com as roupas da falecida mãe e assumir a sua personalidade). E a história de Psicose é simples: uma mulher, depois de dar o golpe no chefe, foge com a mala de grana. Para fugir da polícia em seu encalço, pega uma antiga estrada - praticamente sem trânsito após a construção da nova rodovia, e escolhe para descansar justamente o Motel Bates, dando de cara com Norman. Hitcock, como sempre, sabe conduzir as nossas emoções, e a cena em que a moça é apunhalada no chuveiro é simplesmente genial, e uma das mais copiadas e admiradas de todos os tempos.
- Outro adorável louco é Jack Torrance. Interpretado por Jack Nicholson, um mestre em interpretar desajustados, e dirigido por Stanley Kubrick (talvez o mais loucos dos cineastas), O Iuminado conta a história de um homem que vai enloquecendo aos poucos, se tornando perigoso, agressivo. Kubrick dirige seus filmes com mão de ferro, de forma absolutamente autoral (tanto que virou sinônimo: “este filme é bem Kubrick), e a atuação de Jack Nicholson é deslumbrante e assustadora.
- Claro, as ciências que estudam esses fenômenos da mente talvez não concordem com a visão do cinema. Philippe Pinel (outro que virou sinônimo: “aquele cara é meio pinel) mudou o entendimento de loucura anexando à razão, separando o louco do criminoso. Ja Heggel talvez tenha inspirado Renato Russo, de quem roubei o título deste texto ao dizer que “a loucura é um simples desarranjo, uma simples contradição no interior da razão, que continua presente”.
- (Sugestão do dia: ouça Shine On A Crazy Diamond, de Pink Floyd, composta em homenagem ao fundador da banda, Syd Barret, que havia enlouquecido.)
